Um pianista autodidata tenta ganhar a vida tocando seu piano jazz nos bares da cidade. Sua inspiração é Thelonious Monk. Mas viver de sua arte é complicado. E ele tenta, tenta e tenta, chegando a tocar de domingo a domingo. Vendo que ele tem contato com muita gente em muitos bares, um conhecido lhe oferece um bico pra ajudar na sua renda ao menos enquanto o trabalho com piano não lhe sustenta. Ele topa. Mas antes que consiga viver da sua arte, acaba preso por tráfico de drogas em flagrante.
Na cadeia, por não pertencer a nenhuma facção, os outros presos o ameaçam. A direção do presídio vendo que ele não é do crime o coloca isolado na ala dos seguros na esperança de vendê-lo futuramente para a imprensa como “marginal recuperado pelo sistema prisional”.
O problema é que quando tem rebelião na cadeia os presos que estão nessa ala viram refém e dificilmente sobrevivem.
Ele passa os dias na esperança de voltar a respirar o ar da liberdade e tocar seu piano. Até o dia em que descobre a iminência de uma rebelião. É aqui que começa a peça CÁRCERE.
Ele passa a viver em ritmo de contagem regressiva e suas expectativas, impressões, reflexões e sensações são expressadas num diário que o ator leva para o palco.





março 9th, 2009 at 18:07
Readaptação?
Quero assistir.
março 16th, 2009 at 23:55
Há tantas outras facções, outras rebeliões, outros refens, outros CÁRCEREs!!! Liberdade é muito mais do que a simples possibilidade de ir e vir. Diários escritos, diários vividos, diários imaginados. diários, dia após outro dia… enfim…
Muito sucesso nas suas turnês, suas peças, sua vida. Que seu trabalho não se acomode e sua voz não se cale. Por enquanto… ADEUS!
março 24th, 2009 at 11:56
Somos reféns de nós mesmos, cheios de grades e jaulas imaginarias.
A liberdade é um ponto de vista que etm varias faces.
Quem disse que a rebelião pode não ser o esboço de uma delas?
Quero assistir.
Cheguei na metade aquele dia aqui em Vix.
março 26th, 2009 at 17:43
Eu vi.E amei.
E saí de la pensando. Nas minhas prisões.Nos meus cáreceres.E nas minhas rebeliões.
Naquela noite (que assisti a peça)…vivi a minha rebelião.E sobrevivi.
Mais forte.Mais madura.Mais mulher.Mais humana.
Sempre serei grata à ti.
Saudade de te ver no palco.
Bjooo
abril 17th, 2009 at 0:14
quero ver!!
interiorzão de SP não recebe a peça, não?? snifff…
maio 14th, 2009 at 13:31
Há…
Vem apresentar esta peça aqui em Foz do Iguaçu!
maio 22nd, 2009 at 9:31
Oi Vinícius,
Sou do curso de Fonoaudiologia da FMU e assisti Cárcere ontem e fiquei encantada.
Saí de lá pensando muito nas amarras do dia-a-dia a que muitos de nós estamos presos.
Sua interpretação é incrível, sensível e emocionante. Sua consciência corporal e técnicas de respiração muito bem utilizadas também chamam a atenção. PARABÉNS!
julho 16th, 2009 at 17:43
Verei em outubro de 2009, se Deus quiser!!